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Enquadramento

O XXIV Congresso Internacional de Animação Sociocultural, organizado pela APDASC - Associação Portuguesa para o Desenvolvimento da Animação Sociocultural, decorrerá em Setúbal, nos próximos dias 20 e 21 de Outubro.
 

Atenta ao desafio que o Conselho Europeu e o Parlamento Europeu lançaram ao instituir 2018 como Ano Europeu do Património Cultural, aos objetivos propostos para este Ano Europeu e à relevância que estes têm para a intervenção e objectivos da
Animação Sociocultural, entendeu a APDASC que seria de grande pertinência antecipar e preparar o Ano Europeu estipulando Património e Comunidade como tema do XXIV Congresso.


De facto, o Ano Europeu do Património Cultural, focando o nosso olhar no património cultural, tem como principais objetivos:
 

- Promover a diversidade cultural, o diálogo intercultural e a coesão social;


- Realçar o contributo económico do património cultural para os setores cultural e criativo, nomeadamente para as pequenas e médias empresas, e para o desenvolvimento local e regional;


- Salientar o papel do património cultural nas relações externas da UE, nomeadamente na prevenção de conflitos, na reconciliação pós-conflito e na recuperação de património cultural destruído.

 

(Fonte: Conselho Europeu, http://www.consilium.europa.eu/pt/press/press-releases/2017/02/09-cultural-heritage/)

Por outro lado, focando o nosso olhar no indivíduo, a Animação Sociocultural tem como principal finalidade trabalhar na integração de todos os públicos na sociedade, de modo a que as pessoas e os coletivos se transformem em agentes ativos do seu próprio
desenvolvimento social e cultural. Assim, pode afirmar-se que um dos desígnios basilares da Animação Sociocultural é a democratização cultural e a promoção da participação na cultura.

 

Neste sentido pode ver-se ainda a Animação Sociocultural como:

 

- Capaz de uma intervenção socioeducativa na dimensão social, promovendo a participação na vida comunitária em todas as idades;
 

- Promotora do tempo livre do indivíduo, entendido como um tempo de valorização pessoal, de promoção de autoestima e de bem-estar;
 

- Atuante em processos educativos, sobretudo em contextos não formais e informais;


- Desencadeadora da autonomia real do indivíduo e dos coletivos a que este pertence.


E reconhecer-se os animadores socioculturais como, simultaneamente, agentes sociais, educadores, relacionadores e dinamizadores interculturais, ou, em suma, agentes de desenvolvimento comunitário com todas estas capacidades.

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